O impacto de novos shoppings e parques na valorização local

O impacto de novos shoppings e parques na valorização local
No mercado imobiliário, a máxima “localização é tudo” continua sendo a regra de ouro. No
entanto, o que define uma boa localização não é apenas a proximidade com o centro, mas a
infraestrutura que cerca o imóvel. Entre os principais motores de valorização de um bairro, a
chegada de novos shoppings e parques se destaca como um divisor de águas.
A conveniência dos shopping centers
A construção de um shopping center altera completamente a dinâmica de uma região. Ele não é
apenas um centro de compras, mas um polo gerador de serviços, empregos e segurança.
Quando um shopping é anunciado, o entorno recebe melhorias em iluminação, pavimentação e
transporte público. Para o morador, isso significa ter lazer, gastronomia e conveniência a
poucos minutos de casa. Para o investidor, essa transformação se traduz em um aumento
imediato na procura por aluguéis e uma valorização expressiva do metro quadrado, que
costuma subir acima da média do mercado antes mesmo da inauguração.
O valor da qualidade de vida com os parques
Se o shopping traz praticidade, os parques trazem bem-estar — um dos ativos mais valiosos do
setor imobiliário atual. Após as mudanças de comportamento nos últimos anos, a proximidade
com áreas verdes tornou-se uma prioridade para famílias e jovens profissionais.
Imóveis próximos a parques oferecem um “respiro” em meio ao caos urbano, proporcionando
espaços para exercícios, lazer com pets e um clima mais ameno. A presença de uma área
verde preservada funciona como um selo de exclusividade, garantindo que o imóvel mantenha
sua liquidez e sofra menos com as oscilações da economia.
O papel do corretor e do investidor
Para quem atua no setor, identificar esses sinais de desenvolvimento é fundamental. O corretor
de imóveis deve vender não apenas o imóvel, mas o potencial de transformação da região.
Apresentar projetos de futuros parques ou centros comerciais é um argumento de venda
poderoso para convencer clientes que buscam rentabilidade a longo prazo.
Em resumo, shoppings e parques criam o que chamamos de “bairros de 15 minutos”, onde tudo
o que é essencial está ao alcance. Investir em áreas que recebem esses equipamentos é
garantir que o patrimônio cresça junto com a cidade.

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Como participar de comunidades no Discord e Telegram de cripto

Como participar de comunidades no Discord e Telegram de cripto O mercado de criptomoedas se move em uma velocidade impressionante. Para quem deseja investir em Bitcoin, Ethereum e novos projetos, estar presente onde a conversa acontece é fundamental. Discord e Telegram são as “sedes” do mercado cripto, e saber usá-los pode ser o seu maior diferencial competitivo. Por que entrar nessas comunidades? Diferente das redes sociais tradicionais, o Discord e o Telegram oferecem acesso direto aos desenvolvedores, notícias em tempo real (o famoso “alpha”) e suporte técnico. É lá que você descobre novos lançamentos e entende o sentimento do mercado antes que ele reflita no preço.

Como entrar no Discord de Cripto O Discord é organizado em “Servidores”. Cada projeto possui o seu. 1. Encontre o link oficial: Nunca pesquise o nome do projeto diretamente no Discord. Vá ao site oficial da criptomoeda ou ao perfil verificado no Twitter (X) e clique no link de convite. 2. Verificação: Ao entrar, a maioria dos servidores exige que você passe por uma “Verificação” (clicar em um emoji ou resolver um captcha) para provar que não é um robô. 3. Explore os canais: Procure por abas como announcements (anúncios importantes) e general-chat (onde a comunidade conversa). Como usar o Telegram para Investimentos

O Telegram é focado em velocidade e simplicidade. 1. Canais vs. Grupos: Canais são apenas para leitura de notícias. Grupos permitem a interação com outros investidores. 2. Busca e Convite: Assim como no Discord, prefira links diretos de fontes oficiais para evitar grupos falsos que tentam aplicar golpes. 3. Pastas: Como você entrará em muitos grupos, use a função “Pastas” do Telegram para organizar suas comunidades por categorias (ex: “DeFi”, “NFTs”, “Notícias”). Banco onilx investir

Ethereum vs. Solana: qual é a melhor plataforma de contratos inteligentes?

 

Ethereum vs. Solana: qual é a melhor plataforma de contratos inteligentes? No mercado cripto, a disputa entre Ethereum e Solana é um dos temas mais debatidos por investidores. Ambas são redes líderes para contratos inteligentes e aplicações descentralizadas (dApps), mas oferecem propostas de valor bem distintas. Se você está pensando em investir ou utilizar essas redes, entenda as principais diferenças. Ethereum: O gigante da segurança e descentralização O Ethereum é o pioneiro. Lançado em 2015, ele detém o maior ecossistema de desenvolvedores, o maior volume de capital em DeFi (Finanças Descentralizadas) e a maior confiança institucional. Vantagem: Extrema segurança e descentralização. O Ethereum é testado pelo tempo e possui uma infraestrutura robusta. Desafio: As taxas de transação (gas) na rede principal podem ser altas em momentos de pico, o que empurra os usuários para as redes de “Camada 2” (como Arbitrum e Optimism). Solana: A rainha da velocidade e baixo custo A Solana surgiu com uma proposta clara: escalabilidade. Utilizando um mecanismo inovador chamado Proof of History, a rede consegue processar milhares de transações por segundo com custos que não chegam a um centavo de dólar. Vantagem: Experiência de uso fluida e barata. É ideal para o mercado de NFTs, jogos em blockchain e usuários que realizam muitas transações pequenas. Desafio: A rede já enfrentou episódios de instabilidade técnica no passado e é considerada menos descentralizada que o Ethereum.

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Qual escolher para o seu portfólio? A escolha depende do seu perfil de investidor: 1. Ethereum (ETH): Frequentemente comparado ao “ouro digital” dos contratos inteligentes. É uma escolha mais conservadora dentro do mercado cripto, focada em segurança e valorização a longo prazo. 2. Solana (SOL): Representa a aposta na adoção em massa e na eficiência tecnológica. É para quem acredita que a velocidade e o baixo custo vencerão a barreira de entrada para novos usuários. Veredito: Não existe uma vencedora absoluta. Para a maioria dos especialistas, o ideal é a diversificação. Enquanto o Ethereum domina o setor institucional e de grandes capitais, a Solana ganha tração no varejo e em aplicações de alta performance. Antes de comprar, analise seu apetite ao risco e acompanhe as atualizações de cada ecossistema!

O fim de uma jornada: como encerrar uma empresa sem deixar passivos ocultos

Muitos empreendedores acreditam que o fim de um negócio acontece no momento em que as portas se fecham ou o site sai do ar. Ledo engano. O encerramento de uma empresa é uma operação tão estratégica quanto a sua abertura e, se conduzida de forma negligente, pode perseguir o patrimônio pessoal dos sócios por décadas. Baixar um CNPJ não é apenas preencher formulários; é um processo de assepsia jurídica e fiscal que exige uma visão de longo prazo sobre o que ficou para trás. Quando decidimos descontinuar uma operação — seja por uma mudança de mercado, pivotagem de carreira ou sucessão não concretizada —, a primeira barreira é emocional, mas a segunda, e mais perigosa, é a burocrática. O encerramento irregular, aquele em que o empresário simplesmente “abandona” a empresa sem formalizar o distrato social e as baixas nos órgãos competentes, é o terreno fértil para os passivos ocultos. Imagine o cenário de uma prestadora de serviços de tecnologia, estruturada como uma Sociedade Limitada Unipessoal (SLU). O proprietário decide aceitar uma proposta no exterior e deixa de movimentar a conta bancária e emitir notas. Dois anos depois, ele é surpreendido com um bloqueio judicial em sua conta pessoal. O motivo? Uma taxa municipal de fiscalização (TFE) nunca paga e a falta de entrega das declarações acessórias do Simples Nacional, que geraram multas por omissão. O que era um encerramento silencioso tornou-se uma dívida ativa executada. Para evitar que o “fantasma do CNPJ” assombre o seu CPF, o planejamento deve seguir um rigor técnico absoluto: Distrato Social e Apuração de Haveres: O documento deve ser claro sobre a divisão de bens remanescentes e, principalmente, sobre quem assumirá a responsabilidade pelos ativos e passivos que possam surgir após a baixa.

Regularização de Obrigações Previdenciárias: O FGTS é um dos pontos mais sensíveis. Obter o Certificado de Regularidade do FGTS (CRF) é o primeiro passo para garantir que não existam pendências com colaboradores que possam gerar reclamatórias trabalhistas futuras. Baixa nos Órgãos Federativos, Estaduais e Municipais: Cada esfera tem sua exigência. Enquanto a Receita Federal hoje permite uma baixa mais ágil via Redesim, as prefeituras e secretarias da fazenda estadual podem exigir vistorias ou a entrega de livros fiscais específicos. Inventário de Contingências: Antes de assinar a última folha, é prudente realizar uma auditoria interna para identificar processos judiciais em curso ou tributos em fase de discussão administrativa. A contabilidade consultiva desempenha um papel vital aqui. Não se trata apenas de gerar a guia de encerramento, mas de analisar se há créditos tributários passíveis de recuperação que podem, inclusive, custear o processo de fechamento. Muitas empresas no Lucro Real ou Presumido encerram suas atividades com saldos credores de PIS/COFINS ou ICMS que acabam “doados” ao Fisco por falta de uma análise técnica profunda no momento do distrato. Encerrar um ciclo com compliance fiscal não é um custo, é um investimento na sua liberdade futura. A desconsideração da personalidade jurídica é uma ferramenta cada vez mais utilizada por juízes para alcançar bens de sócios em casos de dissolução irregular. Portanto, a transparência na liquidação dos passivos — pagando fornecedores, impostos e encargos trabalhistas — é o que garante que o seu próximo projeto comece do zero, sem o peso de erros do passado. Trate o fechamento da sua empresa como o último relatório de performance que você entregará ao mercado. Uma saída limpa preserva sua reputação e, acima de tudo, a sua tranquilidade financeira para novos voos. O fim de uma jornada empresarial deve ser o fechamento de um livro, e não o início de um processo judicial.

PIS e Cofins no Lucro Real: entenda como funciona a tributação

A Morretes que sobrevive ao tempo com dignidade

Existe um silêncio particular que só as cidades beira-rio conseguem sustentar. Em Morretes, esse silêncio é preenchido pelo murmúrio constante do Rio Nhundiaquara, que corta o casario colonial como se estivesse contando segredos de 1733. Ao contrário de destinos que se transformaram em caricaturas de si mesmos para atrair multidões, Morretes mantém uma espinha dorsal firme. Ela sobrevive ao tempo com uma dignidade rara, preservando a umidade do litoral e o cheiro de gengibre que flutua no ar. A descida da Serra do Mar é, por si só, uma aula de história e engenharia que prepara o espírito. Seja pela Estrada da Graciosa, com suas curvas calçadas em paralelepípedo e ladeadas por hortênsias, ou pela ferrovia Paranaguá-Curitiba, o trajeto é um rito de passagem. A ferrovia, inaugurada em 1885, desafiou a lógica da época. Engenheiros como os irmãos Rebouças provaram que era possível rasgar a Mata Atlântica e conectar o planalto ao mar. Quando o trem atravessa o Viaduto do Carvalho, onde a sensação é de estar flutuando sobre o abismo verde, compreendemos que Morretes não é apenas um destino, mas o ponto de chegada de uma das maiores proezas humanas do Brasil Império. Ao pisar no centro histórico, a arquitetura luso-brasileira nos recebe sem pressa. As janelas altas e as fachadas coloridas não são meros cenários fotográficos; são lares e comércios que resistem à maresia. É aqui que o turismo de experiência se manifesta em sua forma mais pura. Não se trata apenas de observar, mas de participar do ritmo local. O ritual do Barreado Não há como falar de Morretes sem entender a técnica por trás do seu prato mais emblemático. O Barreado não é um simples ensopado de carne; é um processo alquímico. A carne bovina é cozida em panela de barro pesada, vedada (ou “barreada”) com uma mistura de farinha de mandioca e cinzas ou água, por no mínimo doze horas. Esse isolamento térmico faz com que a carne se desfaça em fibras finíssimas, concentrando o sabor de forma intensa. O segredo está no ritual de servir: a farinha de mandioca é colocada no prato e o caldo fervente é vertido por cima, criando uma pirão consistente. O teste da “dignidade” do barreado é virar o prato sobre a cabeça; se não cair, a consistência está perfeita.

É uma herança dos tropeiros e dos foliões do entrudo, que precisavam de uma comida calórica que pudesse ser reaquecida sem perder o vigor. Para além do óbvio: Antonina e a Serra Muitos viajantes cometem o erro de tratar a região como um rápido “bate-volta” de poucas horas. No entanto, a verdadeira alma do litoral paranaense se revela para quem estica o olhar até Antonina, a vizinha que repousa à beira da baía. Enquanto Morretes é fluvial e bucólica, Antonina tem um ar portuário e nostálgico, com suas ruínas que contam o auge do ciclo da erva-mate. Para quem busca uma imersão técnica e cultural, o acompanhamento de um receptivo especializado transforma a viagem. Um guia local não apenas aponta para uma montanha; ele explica que aquele é o Pico Marumbi, o berço do montanhismo brasileiro. Ele não apenas indica um restaurante; ele conhece a família que produz a bala de gengibre artesanal, aquela que não leva corantes e mantém a picância original da raiz cultivada nas encostas da serra. O clima em Morretes é úmido e as chuvas são frequentes, o que garante a exuberância da vegetação. Visitar a cidade em dias nublados tem um charme especial: as nuvens baixas tocam os picos da Serra do Mar, criando uma moldura mística para as fotos. Se você busca fugir do fluxo intenso, os dias de semana oferecem uma Morretes mais íntima, onde é possível ouvir o som das pedras rolando no fundo do rio.

Centro Histórico de Curitiba

Como a matemática substituiu o gerente de conta

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Imagine a cena: sexta-feira, 15h55. Você precisa autorizar uma transferência internacional de alto valor ou liquidar um ativo complexo. No sistema bancário tradicional, você está à mercê do horário comercial, da boa vontade do sistema SWIFT e, crucialmente, da validação humana. Existe um intermediário, um gerente, que detém o poder do “sim” ou do “não”. Ele avalia seu cadastro, checa a conformidade e aperta um botão. No universo das finanças descentralizadas (DeFi), essa figura de autoridade evaporou. Ela foi substituída por lógica determinística. A revolução do Ethereum e das blockchains de contrato inteligente (Layer 1) não foi apenas criar dinheiro digital, mas sim criar lógica digital imutável. Quando falamos que a matemática substituiu o gerente, estamos nos referindo à transição da confiança subjetiva para a confiança criptográfica. O contrato inteligente (smart contract) é um código que executa automaticamente ações pré-definidas assim que certas condições são atendidas. Não há viés, não há almoço de negócios, não há “jeitinho”. Tomemos como exemplo prático o funcionamento de um Automated Market Maker (AMM), como a Uniswap. No mercado tradicional, a liquidez depende de market makers institucionais — grandes mesas de operação que garantem a compra e venda. Na Uniswap, o “gerente” que define o preço do ativo não é um humano analisando gráficos; é a fórmula constante do produto: $x y = k$. Nessa equação, $x$ e $y$ representam a quantidade de dois tokens diferentes em um pool de liquidez (digamos, ETH e USDC), e $k$ é uma constante que deve permanecer inalterada. Se você compra ETH desse pool, a oferta de ETH diminui e a de USDC aumenta. Para manter $k$ constante, o preço do ETH sobe assintoticamente. O protocolo reequilibra o preço instantaneamente, baseado puramente na oferta e demanda matemática naquele microssegundo. Ninguém autorizou a troca. Você interagiu diretamente com o contrato, enviou uma assinatura digital e a matemática executou a liquidação. Essa eficiência técnica traz implicações profundas sobre custódia e risco. No modelo antigo, o risco principal era a insolvência da instituição (o banco quebrar ou o gerente fraudar a conta). No DeFi, o risco migra para a qualidade do código. O conceito de “Code is Law” (o código é a lei) é brutalmente literal. Se houver uma falha lógica no contrato inteligente — um erro de arredondamento ou uma vulnerabilidade de reentrância — um atacante pode drenar os fundos. A matemática não julga intenções; ela apenas processa inputs. Se o input, mesmo que malicioso, for válido matematicamente dentro das regras do contrato, a transação ocorre. Não há um departamento de fraude para reverter a operação. Isso nos leva à gestão de risco sob a ótica da autocustódia.

Quando você elimina o gerente, você herda as responsabilidades dele. A segurança dos seus ativos deixa de ser garantida pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e passa a depender da sua higiene cibernética: a gestão das suas chaves privadas (seed phrase), o uso de hardware wallets e a interação cuidadosa com protocolos. A tokenomics de um projeto também reflete essa ausência de gestão centralizada humana. Em vez de um banco central decidindo arbitrariamente imprimir dinheiro (quantitative easing), temos cronogramas de emissão definidos no código-fonte, como o Halving do Bitcoin ou os mecanismos de queima (burn) do Ethereum pós-EIP-1559. A política monetária torna-se previsível, auditável e rígida.

Adenomas pleomórficos: a paciência necessária no tratamento das glândulas salivares

Sabe aquele carocinho que aparece perto da orelha ou logo abaixo da mandíbula, que não dói e parece que está ali há meses sem mudar muito? É muito comum que o paciente chegue ao consultório dizendo: “Doutor, eu achei que era só um gânglio inflamado, mas ele não some”. Na maioria das vezes, quando investigamos as glândulas salivares — especialmente a parótida —, nos deparamos com o adenoma pleomórfico. O nome parece complicado, mas a tradução é simples: é um tumor benigno, também chamado de “tumor misto”. Ele é o tipo mais frequente de nódulo nas glândulas salivares e, embora a palavra “tumor” assuste, o adenoma pleomórfico não é um câncer. No entanto, ele tem duas características que exigem de nós, cirurgiões, e de você, paciente, uma dose extra de critério e paciência.

A primeira é que ele é “teimoso”. Se não for removido com uma margem de segurança adequada, ele pode voltar anos depois, espalhando-se como pequenos satélites na região. A segunda é a vizinhança: na glândula parótida, o adenoma costuma morar muito perto do nervo facial, que é o “fio elétrico” responsável por todos os movimentos do seu rosto — sorrir, piscar, fechar a boca. A precisão milimétrica da cirurgia Quando decidimos operar um adenoma pleomórfico, o objetivo não é apenas tirar o nódulo. O desafio técnico é preservar a função do rosto. Imagine que o tumor é uma pedra preciosa incrustada em uma rede de fios de seda muito finos. Se cortarmos um desses fios, o prejuízo funcional é imediato.
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Por isso, hoje utilizamos a monitorização intraoperatória do nervo facial. Durante a cirurgia, usamos eletrodos que nos avisam, por meio de sinais sonoros e visuais, toda vez que chegamos perto de um ramo do nervo. Isso traz uma camada imensa de segurança, permitindo que a gente trabalhe com precisão milimétrica para separar a glândula doente do tecido nervoso saudável. Mas por que “paciência”? Porque o pós-operatório tem seu tempo próprio. É comum que, após a manipulação do nervo, o paciente sinta uma leve fraqueza temporária em um lado do rosto ou uma dormência na orelha. Isso não significa que o nervo foi cortado; ele apenas “adormeceu” pelo trauma da manipulação e precisa de algumas semanas — às vezes meses — para acordar totalmente.

O que observar no dia a dia? Se você notou um aumento de volume nessa região da face ou do pescoço, o primeiro passo não é o desespero, mas o diagnóstico correto. Geralmente, seguimos este roteiro: Exames de imagem: Uma ultrassonografia de alta resolução ou uma ressonância magnética ajudam a ver o tamanho exato e a profundidade do nódulo. Punção (PAAF): Com uma agulha fininha, colhemos algumas células para confirmar que se trata mesmo de um adenoma pleomórfico e descartar algo mais agressivo. Planejamento: Não há urgência de “operar amanhã”, mas não se deve esperar anos, pois quanto maior o tumor, mais ele empurra o nervo facial, tornando a cirurgia mais complexa.

Contabilidade de caixa

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Nesse método contábil, as receitas e despesas são registradas à medida que
ocorrem. Por exemplo, quando o pagamento de vendas é efetuado, ele é
registrado como receita, enquanto as despesas são registradas quando as
contas são pagas. O método de contabilidade de caixa é o preferido pelas PMEs.
Contabilidade por Competência – Na contabilidade por competência, você
relaciona receitas e despesas, fornecendo uma visão precisa da situação
financeira do seu cliente. Esse método contábil registra transações que você já
realizou, mas ainda não pagou. Da mesma forma, você registra despesas
mesmo quando ainda não efetuou os pagamentos.
Tipos de práticas contábeis – Como escritório de contabilidade, você atende a
vários clientes, e cada um deles tem suas práticas contábeis preferenciais. Essas
práticas contábeis incluem:
Contabilidade Financeira – O principal objetivo da contabilidade financeira é
monitorar, registrar e relatar as transações financeiras de acordo com diretrizes
como os Princípios Contábeis Geralmente Aceitos (GAAP). Por meio da
contabilidade financeira, é possível analisar o desempenho passado através das
demonstrações financeiras e manter a transparência e a confiabilidade do
processo.
Contabilidade Governamental – A contabilidade governamental aplica-se a todos
os níveis de governo e é utilizada para acompanhar receitas e despesas, como
por exemplo, verbas para melhorias em estradas. Esse capital provém de um
fundo específico e, por meio da contabilidade governamental, é possível relatar
com precisão o desempenho desse fundo e os gastos públicos.

Aluguel de mobilidade: quem são os beneficiários?

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O arrendamento de mobilidade está contemplado no artigo 107.o da lei n°2018- 1021 de 23 de novembro de 2018 sobre a evolução da habitação, desenvolvimento e tecnologia digital (Elan). É aplicável desde 25 de novembro de 2018, um dia após a publicação da lei no Diário Oficial. Para definir o arrendamento de mobilidade, a lei Elan completa a lei de 6 de julho de 1989 tendendo a melhorar as relações de aluguel ao adicionar um Título 1 ter (artigos 25-12 a 25-18). De acordo com o estudo de impacto deste projeto de lei, seu objetivo é “ satisfazer uma necessidade habitacional temporária ”. Pretende-se também dar resposta a uma procura acrescida de alojamento mobilado e “ mobilizar um stock de alojamento que não teria sido arrendado sem esta nova ferramenta ”, especifica o artigo. Nem todo mundo tem acesso ao aluguel de mobilidade. Apenas algumas categorias são afetadas por este novo contrato. São pessoas que, para efeitos da sua atividade, têm de mudar regularmente de residência. Nenhum teste de meios ou limite de idade é definido para fazer uma locação de mobilidade. Alunos e aprendizes – Estudantes matriculados no ensino superior e aprendizes podem precisar de moradia por tempo limitado, principalmente quando estão fazendo: um estágio; formação profissional; um contrato de aprendizagem; um compromisso voluntário no âmbito de um serviço cívico; Se se encontrarem nestas situações, podem fazer um aluguel de mobilidade.

O que se aplica ao contrato de locação

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Acima no estudo, já tratamos do fato de que o contrato envolve você alugar parte do apartamento para alugar do locador. No que diz respeito à capacidade do senhorio de definir as condições que deve cumprir no âmbito do Negociar, pode referir-se que é relativamente livre para o senhorio determinar as condições. Um proprietário que aluga apartamentos para alugar pode ter mais liberdades do que um proprietário que aluga uma residência. Normalmente, isso não significa nenhum problema com a exigência de que casas ou partes de casas sejam alugadas, mas em certas situações pode ser problemático verificar se esse é o caso.

Por exemplo, se você quiser usar parte de uma vitrine, pode haver dificuldade em avaliar se deve ou não ser considerado um Negociar no sentido do código de terras. A Suprema Corte decidiu em NJA 2001 p.10 a questão do Negociar questionável. No caso, o transporte local da Grande Estocolmo (SL) havia concordado com um comerciante que ele teria permissão para vender pão nas bilheterias do metrô.

Posteriormente, o SL entrou com uma ação contra o comerciante e alegou que o acordo não era mais válido e que o SL teria o direito de despejar o comerciante. O comerciante contestou que o contrato deveria ser rescindido e argumentou que era um contrato de Negociar e que, portanto, o Capítulo 12 do Código de Terras era aplicável. No entanto, a HD argumentou que, uma vez que o contrato dizia respeito a um direito de uso localizado e que, de acordo com o contrato, o comerciante tinha o direito de vender pão em várias estações de metrô, não poderia ser um contrato de Negociar. Assim, o tribunal considerou que o Capítulo 12 do Código de Terras não era aplicável ao acordo.